terça-feira, 29 de março de 2011

O desafio de aliar Tecnologia e Educação

Especialista fala sobre a difícil tarefa de combinar tecnologia e educação.

Seja por meio de celular, computador ou TV via satélite, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil: exige treinamento dos mestres. A avaliação é de Guilherme Canela Godoi, coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco, braço da ONU dedicado à ciência e à educação. “Ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.” O desafio é mundial. Mas pode ser ainda mais severo no Brasil, devido a eventuais lacunas na formação e atualização de professores e a limitações de acesso à internet – problema que afeta docentes e estudantes. Na entrevista a seguir, Godoi comenta os desafios que professores, pais e nações terão pela frente para tirar proveito da combinação tecnologia e educação.

sábado, 26 de março de 2011

O currículo escolar não pode continuar dissociado das novas possibilidades tecnológicas, alerta pesquisadora da PUC-SP


Foto: Marina Piedade


"A tecnologia precisa estar à mão para a produção de conhecimento dos alunos à medida que surja a necessidade", diz a professora Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida
Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares. A opinião é de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, coordenadora e docente do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Defensora do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) em sala de aula, Beth Almeida faz uma ressalva: a tecnologia não é um enfeite e o professor precisa compreender em quais situações ela efetivamente ajuda no aprendizado dos alunos. "Sempre pergunto aos que usam a tecnologia em alguma atividade: qual foi a contribuição? O que não poderia ser feito sem a tecnologia? Se ele não consegue identificar claramente, significa que não houve um ganho efetivo", explica.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Programa de bolsas de estudos

PROCESSO SELETIVO 2011




A Fundação Estudar é uma instituição de apoio a jovens
 brasileiros de GRANDE potencial que buscam educação
 de alto nível.
Sua Missão
É criar oportunidades para pessoas talentosas transformarem
o país. Se você busca uma oportunidade de se desenvolver
e pensa em colaborar com o Brasil, seu lugar é aqui.

Programa de bolsas de estudos
A Fundação Estudar oferece bolsas de estudos de graduaçã
e pós-graduação nas melhores universidades brasileiras e
estrangeiras. Os bolsistas passam a fazer parte de comunidade única,
que usufrui um networking de primeira linha e das melhores
oportunidades de desenvolvimento profissional.
Pré-requisitos
- Ser brasileiro (nato ou naturalizado) com idade entre 15 e 34 anos.
- Estar em processo de aceitação, matriculado ou cursando
(do primeiro ao penúltimo ano) o Ensino Superior ou Pós-Graduação
em instituições e cursos presenciais de excelência
em suas áreas - Estar no Brasil durante as etapas
presenciais do processo seletivo.
Perfil do bolsista
A Fundação Estudar busca jovens com garra, éticos, comprometidos
com seu próprio desenvolvimento, ambiciosos, que pensam grande
e acreditam na sua capacidade transformadora para mudar o país.
E, obviamente, que tenham uma boa história para contar tudo isso!!
Processo Seletivo
A seleção, totalmente baseada em mérito, é composta por oito
fases consecutivas e eliminatórias que acontecem ao longo
 do primeiro semestre do ano. Saiba mais no Regulamento

Ou acesse o site fonte aqui

O uso das redes sociais como método alternativo de ensino para jovens

Não é novidade que a geração Y utiliza-se das mídias digitais para se comunicar e também para estabelecer relações interpessoais. E por que não se aproveitar dessa característica dos jovens para fins pedagógicos? Quando as novas mídias adentram no ambiente formal de ensino, algumas mudanças são notórias. A primeira delas é justamente o fato de que o relacionamento entre professor e aluno dentro da sala de aula muda, pois, ambos podem compartilhar das mesmas informações de forma igualitária, fazendo com que, tanto o discente quanto o docente fazer uso do conteúdo da rede para
adquirir mais conhecimento, ou seja, a comunicação horizontal e inteligência coletiva são parceiras no processo educacional. Com o advento da web 2.0 (também conhecida como computação social) ficou muito mais fácil compartilhar diversos tipos de conteúdo digital e assim a relação com o saber vem sendo reformulada.
Temos que aprender a dominar a máquina e o ciberespaço. Ensinar e aprender são fundamentais para que possamos usufruir da tecnologia.

sábado, 19 de março de 2011

O que é o webcurrículo?

  

Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida responde:
É o currículo que se desenvolve por meio das tecnologias digitais de informação e comunicação, especialmente mediado pela internet. Uma forma de trabalhá-lo é informatizar o ensino ao colocar o material didático na rede. Mas o webcurrículo vai além disso: ele implica a incorporação das principais características desse meio digital no desenvolvimento do currículo. Isto é, implica apropriar-se dessas tecnologias em prol da interação, do trabalho colaborativo e do protagonismo entre todas as pessoas para o desenvolvimento do currículo. É uma integração entre o que está no documento prescrito e previsto com uma intencionalidade de propiciar o aprendizado de conhecimentos científicos com base naquilo que o estudante já traz de sua experiência. O webcurrículo está a favor do projeto pedagógico. Não se trata mais do uso eventual da tecnologia, mas de uma forma integrada com as atividades em sala de aula.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Twitter em sala de aula: Confira algumas dicas

Dicas para usar o Twitter em sala de aula

Salles afirma que algumas dificuldades do projeto podem ser facilmente dribladas. A partir das experiências contadas pelo educador, preparamos um guia rápido para auxiliar o professor. Confira:

1- Antes de se arriscar a escrever no Twitter, o professor pode criar um quadro com 140 quadrados e praticar de forma lúdica com os alunos as possibilidades proporcionadas pelo espaço. Como o tema da aula era poesia concreta, Salles explica que esse quadro lúdico -que pode ser montado com cartolina, papel ou mesmo em um quadro- permite ao aluno explorar diversas possibilidades narrativas e poéticas, a partir de referências do professor.

2- Grande companheiro dos adolescentes, o SMS também pode ser utilizado nesse contexto. O professor estimula exercícios narrativos através dessa ferramenta, convidando os alunos a escreverem mensagens com começo, meio e fim com poucos caracteres para os amigos, discutindo as técnicas utilizadas em sala de aula.

3- Salles destaca que boa parte do sucesso da iniciativa se deve ao fato de os alunos do colégio já estarem habituados a ferramentas online, como blogs e podcasts, que podem ser utilizadas de diversas maneiras. O professor pode contextualizar, no decorrer da oficina, algumas dessas possibilidades (A cartilha Tecnologias na escola, coproduzida pelo Instituto Claro, traz dicas de utilização de diversas ferramentas).

4- Mesmo trabalhando o conteúdo das disciplinas de forma atrelada à exploração de ferramenta, deve-se estimular os alunos a produzirem seus conteúdos, e a avaliação dos trabalhos é parte importante para que todos percebam os resultados do uso dos recursos digitais no processo de aprendizagem.

Fonte: Instituto Claro

segunda-feira, 14 de março de 2011