domingo, 17 de julho de 2011

Seis educadores internacionais e 35 brasileiros participam de evento sobre educação no Rio de Janeiro

8ª Jornada Internacional de Educação acontecerá de 19 a 21 de julho (terça a quinta-feira), na capital fluminense. O evento receberá também a 2ª feira de Produtos e Serviços para a Educação.
De 19 a 21 julho, a cidade do Rio de Janeiro será a sede de um dos mais tradicionais eventos sobre Educação do Brasil, a 8ª Jornada Internacional de Educação. O evento terá a participação de seis influentes e reconhecidos educadores vindos da Suíça, Portugal e Espanha, e outros 35 palestrantes brasileiros. A Jornada Internacional de Educação debaterá durante três dias os principais temas e abordagens sobre as diversas áreas da Educação brasileira e mundial. Junto com o conteúdo pedagógico das palestras, será realizada paralelamente a 2ª Feira de Produtos e Serviços para a Educação. O evento acontece no Centro

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Conferência Nacional de Educação (CONAE/2010) e EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (Parte 1)

quarta-feira, 22 de junho de 2011
 
Durante os quases dois anos que antecederam a Conferência Nacional de Educação (CONAE/2010), participei das discussões e encaminhamentos como membro titular da Secretaria de Educação a Distância. Portanto, na mesma perspectiva do que estamos, desde a abertura deste blog problematizando, discutiremos, no contexto das reformas em curso, ações e omissões do Ministério da Educação em relação a atual política adotada no campo da formação de professores por meio da educação a distância, tendo o documento da Conae (2010) como objeto de reflexão.

A Conferência se organizou em trono cinco eixos: I - Papel do Estado na Garantia do Direito à Educação de Qualidade: Organização e Regulação da Educação Nacional; II - Qualidade da Educação, Gestão Democrática e Avaliaçao; III - Democratização do Acesso, Permanência e Sucesso Escolar; IV - Formação e Valorização dos/das Profissionais da Educação; V - Financiamento da Educação e Controle Social; VI - Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade.

A centralidade das nossas reflexões recaírão sobre o Eixo IV que trata da Formação e Valorização dos Profissionais da Educação, com ênfase na formação por meio da educação a distância.

DESTAQUE:

Esse documento foi objeto de debates, estudos e deliberações...
Leia mais neste blog: http://porsimonemedeiros.blogspot.com/ 
Políticas de Educação a Distância e Formação de Professores (Simone Medeiros
 
 

terça-feira, 3 de maio de 2011

Mobile learning: a sala de aula pode estar na esquina

 


 

por Giulliana Bianconi
07 ABRIL 2011


Desbloquear a realidade física e fazer dela um imenso laboratório para a aprendizagem. É com essa perspectiva, que à primeira vista pode parecer complexa, que o mobile learning, ou apenas m-learning, vem ganhando espaço na educação.

Gestor de tecnologia educacional e consultor em m-learning, Martín Restrepo explica que esse “desbloqueio” acontece naturalmente quando se expande, com auxílio das TICs (tecnologias de informação e comunicação), as possibilidades de interação entre um aprendiz e os espaços virtual e físico.

O Instituto Claro acompanhou como funciona na prática esta dinâmica durante uma oficina promovida por Restrepo e sua equipe na Cidade do Conhecimento, na USP, e constatou que os participantes da oficina aguçaram a percepção em relação aos elementos do entorno usando celulares com aplicativos de geolocalização e mapas que conversam com um banco de dados. Foram capazes de perceber árvores frutíferas que antes passavam despercebidas, enxergaram “poltrona” em tronco de árvore, descobriram os aparelhos públicos destinados às crianças e, em cada um desses pontos, interagiram por meio da tecnologia: filmaram, fotografaram, gravaram uma mensagem de texto e depositaram  esse conteúdo, devidamente tagueado, em um grande mapa da região, disponibilizado a todos os participantes.

“Quando o uso dos recursos tecnológicos está inserido em uma metodologia de aprendizagem coletiva que contempla a criatividade, a curiosidade e a apropriação de diversos espaços e ambientes, consegue-se realizar atividades lúdicas que geram o aprendizado não formal”, afirma Restrepo.

Integrante do Núcleo Educativo do Paço das Artes, instalação da USP onde a parte teórica da oficina foi realizada, Paulo Futagawa participou da oficina e, embora não lide com as novas tecnologias em todos os projetos em que trabalha, concorda com Restrepo e exemplifica outras possibilidades: “Imagine um professor levar uma turma para o Jardim Botânico, pedir que os estudantes tagueem diversas espécies em um grande mapa, geolocalizando aquelas que considerarem mais interessantes ou curiosas e, depois, discutir esse mapa coletivo com toda a turma novamente?”.

Parceira de Restrepo nas atividades de mobile learning e na Editacuja, onde são sócios, a antropóloga Érica Casado arquitetou também a experiência da interação entre os participantes da oficina com obras da exposição “748.600”, que na ocasião ocupava salões do Paço das Artes. Ao acessar o mapa da exposição no aplicativo WildImage, os usuários, que estavam logados em um sistema onde previamente haviam se cadastrado, tinham na tela do celular a reprodução das obras presentes no salão. Bastava um clique sobre o nome do artista ou da obra e um questionário online era disponibilizado para que os visitantes escrevessem a sua interpretação e enviassem perguntas diretamente para o artista. Seguindo a lógica do compartilhamento, as impressões de todos os visitantes podiam ser partilhadas - inclusive até com quem ali não estava - no mapa, que somente após a intervenção dos usuários passou a ser coletivo. “Mas isso é uma questão de programação do aplicativo. Pode-se usar filtros e optar por não dividir tudo com todos”, explica Casado.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Teclógica une mobilidade e nuvem



 
Internet Móvel 3G - Convergência Digital
:: Ana Paula Lobo Sediada em Blumenau, Santa Catarina, a Teclógica mirou a inovação para ganhar um lugar de destaque no cenário nacional de TIC. Uma das maiores apostas da empresa é a mobilidade corporativa. Tanto que está finalizando o desenvolvimento de um produto para o segmento incorporando engenharia de software e nuvem, com lançamento previsto para o início do segundo semestre.

E a aposta é tanta que que a expectativa, nos próximos 24 meses, a área passe a responder por 30% do faturamento, hoje, em torno de R$ 15 milhões. "Estamos atentas ao cenário e com a explosão dos dispositivos como smarpthones e tablets, essa área de mobilidade corporativa ganha prioridade nas empresas. Todos querem simplificar o acesso aos dados para forças de vendas, mas com segurança", salienta Adriana Alexandre, diretora de Operações da empresa.

A solução que a Teclógica está finalizando - 100% desenvolvida na área de Pesquisa e Desenvolvimento - tem como alvo as áreas de construção civil, saúde, energia, educação, marketing, recursos humanos.

“O uso de TI nesses setores será um fator preponderante para melhorar a eficiência dos processos, controlar custo, agilizar a tomada de decisões e a tecnologia de computação móvel pode inovar na entrega de serviços para esses nichos de mercado”, afirma a executiva. A aposta na mobilidade corporativa se traduz nos recursos envolvidos no desenvolvimento desse produto - cerca de R$ 1 milhão.

Hoje, o maior dilema da companhia, lamenta Adriana Alexandre, é a formação de mão-de-obra qualificada para trabalhar com mobilidade corporativa. "Temos dificuldades de encontrar um profissional de TI. O que estamos fazendo é fazendo cursos internos e capacitando. Assim temos condições de atender empresas em todo o país. É também uma estratégia para consolidarmos os serviços na nuvem", salienta.

Os investimentos em mobilidade corporativa estão ligados à estratégia da empresa em agregar mais serviços a seus clientes. Para isso, a empresa lançou este ano uma unidade de negócio em consultoria para, alem de atender demandas de mobilidade, gerar projetos de SOA - Service Oriented Architecture e BPM - Business Process Modeling.

Com clientes como Bunge e AES na carteira, a Teclógica também se prepara para dar um passo à frente das concorrentes. A empresa está bem próxima - já passou pela primeira etapa- de contar com a certificação CMMi for Service. "Estamos finalizando os testes. Até o segundo semestre, teremos essa certificação que nos dará ainda mais respaldo para ofertarmos serviços, sejam os tradicionais ou na nuvem", completa Adriana Alexandre.

Adultos também são vítimas de bullying e têm carreira prejudicada 

Terror nas escolas, o bullying também é um comportamento comum no trabalho.
Nunca se falou tanto em bullying. Mas a prática de agredir alguém (verbal, física ou psicologicamente) não é comum somente nas escolas. Gente que há muito tempo passou dessa fase usa esse artifício para neutralizar o desempenho e autoestima de colegas no meio corporativo. São profissionais que costumam ter atitudes nada louváveis e incompatíveis com seu currículo, como isolar um colega, zombar de alguma característica, inventar fofocas, boicotar em reuniões ou ridicularizá-lo por sua orientação sexual, política ou religiosa.
É óbvio que pessoas que passam tantas horas por dia em uma mesma empresa tendem a desenvolver vínculos que, uma vez ou outra, acabam descambando para o gracejo ou a gozação explícita. No caso do work place bullying (sim, a prática já ganhou nome próprio), porém, as piadas são feitas com o objetivo de ferir a autoconfiança alheia ou se exibir para o resto da equipe. “Aspectos intelectuais nem sempre estão ligados ao desenvolvimento emocional. Alguém competente pode ter um padrão de comportamento imaturo e ser inseguro”, comenta Dulce Helena Cabral Hatzenberger, coordenadora do Departamento de Psicologia do Trabalho da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Para a psicóloga Dorit W. Verea, diretora da Clínica Prisma – Centro de Prevenção e Tratamento em Saúde Emocional, de São Paulo, algumas pessoas não amadurecem, só envelhecem. “A maturidade nos traz a consciência de que ninguém é melhor do que ninguém em absoluto. Geralmente, as pessoas que praticam o bullying adulto depositam suas forças quando têm receio pelos êxitos dos demais. Há um sentimento de irritação, de rancor, em relação ao sucesso que o outro possa ter”, pondera.
Segundo a opinião de Dorit, o agressor seria, portanto, um invejoso ressentido com baixa autoestima. “Esse agressor tem claras as suas limitações. Está consciente do perigo constante a que está submetido em sua carreira. É o conhecimento de sua própria realidade o que o leva a destroçar as carreiras de outras pessoas. Pode-se somar o medo de perder privilégios e esta ambição empurra a eliminar obstáculos”, afirma.
Marcia Bandini, diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt),  diz que existem muitas explicações para casos assim. “Em alguns, a pessoa pratica o bullying simplesmente porque tem a oportunidade de fazê-lo. Mais frequentemente, esse tipo de comportamento é uma tentativa de se promover em cima do outro. São técnicas que podem funcionar por algum tempo, mas nunca perduram em bons ambientes profissionais”, afirma.